Alexander McQueen

Lee Alexander McQueen (17 de março de 1969 – 11 de fevereiro de 2010) foi um estilista e costureiro britânico. Ele trabalhou como designer-chefe na Givenchy, de 1996 a 2001, e fundou seu próprio selo Alexander McQueen em 1992. Suas realizações na moda, renderam quatro prêmios de Designer do Ano Britânico (1996, 1997, 2001 e 2003), bem como o prêmio de Designer Internacional do Ano da CFDA em 2003.  McQueen morreu por suicídio em 2010, aos 40 anos, em sua casa em Mayfair, Londres[1].

Segundo o site da BBC/Brasil “um inquérito sobre a morte do estilista Alexander McQueen concluiu que ele cometeu suicídio depois de consumir cocaína, tranquilizantes e pílulas para dormir”[2].

Ainda segundo a BBC/Brasil, foi revelado durante o inquérito que MQueen tinha um histórico de depressão, ansiedade e insônia e havia tentado se suicidar anteriormente. O psiquiatra que tratava de McQueen, Stephen Pereira, disse: “Ele certamente se sentiu muito pressionado por seu trabalho, mas isso era uma faca de dois gumes.” E acrescenta: “Ele achou que esta era a única área da vida dele onde sentiu que tinha conseguido alguma coisa. Normalmente, depois de um desfile, ele se sentia deprimido. Ele se sentia isolado, ficava muito por baixo.”

Segundo a representante do departamento de medicina-legista, Lynda Martindill, afirmou que a isso se somou a angústia que ele sentiu ao perder a mãe. “Ele era especialmente próximo da mãe e, depois da morte dela, foi dominado pela tristeza”.

A autópsia de McQueen indicou que ele morreu de asfixia e enforcamento.


[1]Alexander McQueen. ENCICLOPÉDIA LIVRE WIKIPEDIA. Edição de Código Aberto. DISPONÍVEL NA FONTE. Consultado em 14 de janeiro de 2020.

[2]Alexander McQueen cometeu suicídio depois de tomar drogas, conclui inquérito. BBC – NEWS BRASIL. 28 de Abril de 2010. DISPONÍVEL NA FONTE. Consultado em 14 de janeiro de 2020.


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Suicidologia

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Somos um grupo de pessoas que pensam na vida sob as mais diversas perspectivas. O nosso objetivo é a vida, no que for possível, é salvar vidas, sobretudo, com a informação clara e objetiva. A pessoa humana tem a nossa atenção; afirmamos que, sob nenhuma circunstância o suicídio é justificável, todavia, sob nenhuma aspecto a pessoa deve ser marginalizada, condenada.

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